Vulnerabilidade não mata
O que mata é impedir a ação
De jorrar a verdade insensata
Angústia da mente e do coração.
O que quase mata é a espera
E esta morte não é solução
Aqui dentro a vontade impera
Mas sofre calada nas mãos da razão.
Que as vezes ainda sente demais
Jura que não vai tentar outra vez
Que as marcas e medos deixou para trás
Mas se vê reagindo ao que ainda nao fez.
Para tornar real o que nós não sabemos
Pois tambem sabemos fingir muito bem
Quando parece certo não entendemos
E as respostas estão sempre tão mais além.
Maldita, ó vulnerabilidade,
Desvio nos trilhos do pleno pensar
Cadeado nas portas da realidade
Abismo entre o querer ser e o estar.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Vulnerabilidade
Cold ~
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entendo, todos passamos por isso. adorei o escrito! *-*
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