Há muito para se ler
E pouco para se ouvir
Se em mim não podes crer
Nunca poderás sentir
O quão fundo eu cheguei
Dentro de minha certeza
E o vazio que encontrei
Neste poço de fraqueza
A lucidez oscila e pende
No meu relógio de horas contadas
E nada mais me surpreende
Depois de ver consciências roubadas
Enquanto eles caem em contradição
Sentimos o gosto do desprezo
Os olhos vão de encontro ao chão
E o ego estremece, não mais ileso.
Continuo a buscar as respostas no vento
Ouvi dizer que ele sabe algumas
Se não encontrar, outra hora eu tento
Já vivi tanto tempo sem saber nenhuma.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Vazio
Cold ~
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